sábado, 2 de julho de 2016

Benefícios do BIM para o planejamento urbano





sexta-feira, 1 de julho de 2016

Internet Comunitária. Provedor Comunitátio

CIDADE INTELIGENTE

1 DADOS DO PROJETO
 
ENTIDADE : INSTITUTO BEM ESTAR BRASIL
PROJETO : Comunidades Digitais – Espaço Virtual de Desenvolvimento Local
CNPJ : 10.393.140/0001-20
ENDEREÇO: RUA DR. CARLOS LACERDA, 198 ALTOS – CENTRO
CIDADE/ESTADO : CAMPOS DOS GOYTACAZES-RJ
E-MAIL:INSTITUTO@BEMESTARBRASIL.ORG.BR
TELEFONE : 22-2726-9178 – 22-8842.0482
PRESIDENTE : MARCELO RODRIGUES SALDANHA DA SILVA
CPF: 041.840.127-60

2 HISTÓRICO, OBJETIVOS E IDEAIS

http://www.bemestarbrasil.org.br/projeto.html
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Campanha Banda Larga é um Direito Seu!

A banda larga no Brasil é ruim, cara e para poucos. Essa situação precisa mudar. É indiscutível que a banda larga configura, hoje e cada vez mais, um meio para a realização de direitos fundamentais, tais como direito à comunicação, direito de participação política, direito de ter voz e existir ao mundo. Em razão disso, não há mais tempo a perder: o Estado precisa garantir que todas as pessoas, independentemente da condição socioeconômica ou da localidade, tenham acesso a um serviço de banda larga de qualidade, barato e rápido. Para isso, apresentamos um manifesto com princípios que devem balizar as ações do Executivo e do Legislativo, sejam elas de regulamentação, regulação ou de políticas públicas para o setor. Esse manifesto lança no Brasil a Campanha Banda Larga é um Direito Seu!

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sábado, 25 de junho de 2016

LIBERDADE -- União Européia


Do FACEBOOK -- "Heliomar Cardoso"

Brasil

👊💀 A REPÚBLICA CAIU E NÓS SABEMOS DISSO!!! VAMOS INVADIR BRASÍLIA À FORÇA!!!
👊💀 O ministro Teori Zavascki (relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal), determinou o retorno das investigações (o triplex no Guarujá e o sítio em Atibaia) contra o ex-presidente Lula para o Juiz Federal Sérgio Fernando Moro e ANULOU a VALIDADE (questão de tempo, horas, mais precisamente por causa de duas horas) de PARTE das GRAVAÇÕES oriundas de interceptações telefônicas entre a presidente afastada, Dilma Rousseff, e seu mentor, Lula, na qual há evidente tentativa de OBSTRUÇÃO à JUSTIÇA de primeira instância com o Juiz Sérgio Moro no momento em que Dilma menciona preparar e enviar a papelada (o ardil do termo de posse) para colocar o LULA como ministro e, ao ter foro privilegiado, escaparia da "Torre de Londres" do Moro, ficando bem acolhido no "ilibado e imparcial" STF e Teori, como se não bastasse, não determinou AINDA a abertura de inquérito no STF referente as investigações que envolvem Dilma e Lula, ou seja, NÃO fez nada no que concerne à presidente afastada Dilma Vana Rousseff que possui foro privilegiado e está "MUITO BEM ACOLHIDA" no STF. (...há algo de podre, muito podre, no reino da Dinamarca!)
Teori encaminhou, também, ao Juiz Sérgio Moro, INVESTIGAÇÕES sobre TRÊS EX-MINISTROS de Dilma Vana Rousseff: Edinho Silva (ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo petista), sob suspeição de recebimento de 7,5 milhões de reais de propina da UTC Engenharia para a campanha eleitoral de Dilma em 2014, na delação do dono da empreiteira, Ricardo Pessoa, Jaques Wagner (ex-governador da Bahia, ex-ministro da Defesa e ex-ministro-chefe da Casa Civil) e Ideli Salvatti (ex-ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais e ex-ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos), ambos citados, na delação premiada, pelo ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, e encaminhou, também, algumas investigações que envolvem o ex-senador (ex-líder do PT no Senado Federal), Delcídio do Amaral, a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
___Atentem, como de praxe, ao final em que o instituto LULA se pronuncia, defendendo sua escória (uma verdadeira pedra no sapato do jornalismo investigativo)!!! Instituto LULA, teu dia vai chegar também!!!
*** Juiz Federal Sérgio Fernando Moro e Polícia Federal, CONFIAMOS em VOCÊS!!! Peguem os desgraçados!!!

https://www.facebook.com/HelioMarZ7/videos/1020773587970258/
Movimento intervencionista explode no Brasil!



segunda-feira, 28 de março de 2016

Revolução Cultural à brasileira


Revolução cultural à brasileira

Nos anos 1950, cultura e política tiveram ligação de mão dupla que interessava a artistas e ao Partido Comunista
CARLOS HAAG | ED. 206 | ABRIL 2013        

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OLAVO DE CARVALHO - NOVA ERA E NOVO MORALISMO?

                 

Hangout entre o Prof. Olavo de Carvalho e maçons do Avança Brasil

(  os  videos  não   fazem parte da    postagem    de  CARLOS HAAG | )
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CARLOS HAAG | ED. 206 | ABRIL 2013       

Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”, diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura, é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. “É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder. Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]”, explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil.

“Num momento como o atual, em que as pesquisas evitam a politização dos temas, é importante recuperar como cultura e política se aproximaram num período turbulento como aquele, entre os anos 1950 e 1970”, observa o pesquisador. Segundo Ridenti, vários campos artísticos e intelectuais consolidados a partir da década de 1950 só são pensáveis a partir das lutas em seu interior, em que os comunistas desempenharam um papel importante, por vezes levando os integrantes do PCB ou ex-militantes às posições de maior reconhecimento ou prestígio. Muitos mudaram de convicção política ao longo do tempo. A maioria fez uma autocrítica sobre a sua atuação naquele período, mesmo os que continuaram se identificando como de esquerda ou sendo comunistas. Houve também muita reclamação posterior de que o partido mantinha com eles uma relação “ornamental” ou “instrumental”, ou seja, apenas para angariar prestígio ou divulgar uma linha política, sem falar nas críticas sobre o despotismo da direção, pronta a vigiar o imaginário dos militantes. “Só em parte isso é verdade. Esses artistas só puderam conquistar posições a partir do histórico de militância organizada, que, assim, esteve longe de significar mera manipulação de seus artistas e intelectuais. Era uma relação de mão dupla”, observa o autor.

“De fato, o partido tinha uma linha política estreita e dogmática, dava pouco espaço a seus intelectuais, quase não contribuía para pensar a especificidade da sociedade brasileira, era marcado pelo centralismo e por relações autoritárias. Mas havia contrapartidas que mantiveram os artistas e intelectuais no partido apesar de tudo isso”, fala Ridenti. Para ele, não se deve caricaturar a ação cultural do PCB nos anos 1950, um elemento expressivo constituinte da cultura brasileira. “A indústria cultural ainda não estava de todo estabelecida no país. Com a modernização, muitos artistas e intelectuais estavam em busca de um espaço que não fosse a Igreja ou o Estado, então as principais instituições organizadas nos tempos em que a universidade ainda estava em crescimento”, lembra. Na maioria vindos da classe média que se expandia com a modernização do país, esses intelectuais não cabiam em nenhum dos dois espaços. “O PCB foi uma chance de organização, um fórum de debate cultural e político, que permitia ter acesso a uma rede de revistas pelo Brasil e de contatos no exterior.”
LegitimidadeA organização no partido dava legitimidade a certos grupos e indivíduos que buscavam marcar posição (ou evitar perder prestígio) em suas atividades. “O grande exemplo foi Jorge Amado, que teve seu talento potencializado pela ligação com o PCB, cuja rede de contatos internacionais facilitou a publicação de seus romances em vários países. Por sua vez, ele emprestava o seu prestígio de escritor ao partido e acabou sendo eleito deputado pelo PCB na Constituinte de 1946”, conta Ridenti. No exílio na França, a partir de 1948, aderiu ao movimento internacional pela paz e ganhou notoriedade mundial. “Sem desmerecer o talento de Amado, isso não teria acontecido se ele não fosse ligado ao partido. Foi por meio dessa relação que ele teve acesso a uma rede de contatos em diversos países da Europa e viu seus romances traduzidos em vários idiomas em razão disso. O mesmo aconteceu com Nelson Pereira dos Santos, que foi para a França e outros países com apoio do PCB e pôde conhecer vários cineastas”, diz o pesquisador.
Amado se transformou em divulgador do realismo socialista no Brasil e mesmo quando se afastou do PCB nunca rompeu oficialmente com os comunistas. “Ele saiu à francesa. Só ganhou autonomia como autor depois de Gabriela, cravo e canela(1958)”, fala Ridenti. As recompensas, porém, colocavam dilemas para os artistas, que testemunhavam as perseguições aos militantes dissidentes em escala internacional. “Eles também se inseriam nas redes comunistas como reprodutores do pensamento e da política produzida no centro, não como formuladores originais”, nota o autor. “Realmente, entre os anos 1940 e 1950, durante o realismo socialista, houve um grande controle do partido sobre os artistas e intelectuais brasileiros ligados ao PCB. Mas, no geral, essa relação foi flexível, porque o partido não se interessava muito pela cultura, o que explica por que, nos anos 1970, os artistas tentaram construir uma política cultural para o PCB, que não tinha uma”, lembra o historiador Marcos Napolitano, da Universidade de São Paulo (USP), autor do estudo Políticas culturais e resistência democrática no Brasil nos anos 1970.
“Houve um entusiasmado movimento em que os intelectuais e o partido convergiram para pensar um projeto revolucionário de nação. O partido e os intelectuais de esquerda foram as grandes referências, por exemplo, para os cineastas dispostos a fazer uma arte política e, em tese, politizadora. Infelizmente, o partido poderia ter usado mais e melhor os diagnósticos feitos pelos artistas”, observa a socióloga Célia Tolentino, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Marília, que estuda o tema em O pensamento social na literatura e no cinema, com apoio da FAPESP. “Os artistas não eram inocentes úteis para o PCB, também ganhavam com essa relação”, nota Ridenti.
Autonomia
A maior ou menor autonomia do partido dependia da carreira paralela à política. Figuras como Dias Gomes ou Oscar Niemeyer, para citar dois exemplos, lembra o pesquisador, não sofreram nenhuma ingerência do PCB em sua vida e obra. Essa influência atingia mais (embora de forma desorganizada) os menos conhecidos. “Assim, se há casos em que o partido foi autoritário com os artistas, fica a pergunta: por que muitos deles seguiram na militância ainda assim? Havia o sentimento de pertencer a uma comunidade que se imaginava na vanguarda mundial e podia dar apoio e organização a artistas e intelectuais em luta por prestígio e poder, distinção e consagração em seus campos de atuação, para si e para o partido”, diz o autor. Com esse movimento, os artistas comunistas prepararam o terreno para a renovação futura. “O Cinema Novo, dos anos 1960, não seria possível sem a história anterior de disputas no campo do cinema fomentada pelos cineastas comunistas”, nota Ridenti.
“O mesmo vale para o desenvolvimento das novelas e da TV brasileira como um todo. Após o golpe de 64, a hegemonia do PCB entre intelectuais e artistas foi cortada e a partir de 1968 eles acabam abrigados na Rede Globo, apesar de a emissora ser partidária da ditadura. Figuras como Dias Gomes, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros, além de encontrarem proteção, viram a TV como uma continuidade programática, acreditavam que era uma forma de falar com o povo. Por isso chegaram a ser rotulados de ‘vendidos’, quando estavam continuando a sua política cultural”, diz o historiador Francisco Alambert, da USP, autor, entre outros, do artigo “Mario Pedrosa: art and revolution”. “Aos poucos, com o desenvolvimento da sociedade civil e da indústria cultural, as classes populares vão assumindo sua voz, não precisando mais de intelectuais falando em nome delas. A produção cultural vai se ligar ao mercado e ao espaço universitário, esvaziando os partidos e a ideia de revolução, rompendo a aproximação entre cultura e política”, diz Ridenti.
“Não se pode, porém, esquecer o que houve no passado. É preciso compreender os dilemas e contradições das figuras humanas daquele tempo que não raro aparecem mitificadas nos escritos sobre elas”, finaliza o pesquisador.

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terça-feira, 22 de março de 2016

Deputado Basegio quer política estadual de produção de etanol amiláceo no RS



O líder da bancada do PDT, deputado Dr. Basegio, protocolou na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei 50/2015, que institui a Política Estadual de Produção de Etanol Amiláceo no Rio Grande do Sul. A proposta tem como objetivo regulamentar a produção, industrialização, circulação e a comercialização de sementes/mudas, matérias primas, etanol seus derivados e congêneres, em todo o Estado. São consideradas amiláceas, para os fins desta Lei, as matérias primas resultantes das culturas de sorgo, triticale, batata-doce e arroz AB (arroz gigante, tipo BRSAG35436), sem prejuízo de outras, mediante sua disponibilidade e viabilidade.
Dr. Basegio explica que entre os objetivos principais da proposta está a geração de energia alternativa aos combustíveis fósseis, de forma sustentável e renovável no estado; a autossuficiência do Rio Grande do Sul em etanol e a redução da sua importação; a geração de emprego, renda agrícola industrial e PIB, através da oferta de alternativas de produção e transformação de novas matérias primas, bem como eventuais sobras e descartes de cereais. “É inegável a importância da produção de etanol para a geração de energia combustível no país todo, pois é eixo energético prioritário nacional: no Sudeste e Nordeste, com a produção de cana-de-açúcar, no Sul, com o Biodiesel. Precisamos fortalecer as potencialidades e agricultura do nosso estado”, ressalta o deputado.
Deputado Dr. Basegio
Além dos pontos destacados pelo parlamentar, constam ainda nas diretrizes da iniciativa: incentivos fiscais e creditícios para a cadeia produtiva; incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias para produção, uso e expansão da cadeira produtiva do etanol a partir de amiláceas; facilitação do acesso dos insumos necessários ao produtor rural; instituição de políticas de aproveitamento energético possível de gerar com os subprodutos da cadeia produtiva; agilidade nos procedimentos legais, administrativos e ambientais; instituição de procedimentos e instâncias de garantia e regulação entre oferta e demanda de matérias primas amiláceas, bem como o estabelecimento de ações e políticas de preço justo envolvendo a cadeia do etanol; e a garantia da oferta de sementes ou mudas, em conformidade com exigências legais, para a produção das amiláceas.

A cadeia de produção de Etanol de amiláceas, a partir da entrada em vigor do projeto proposto, oferece novas alternativas para o agricultor manter-se na atividade e melhorar sua renda. Além disso, supre uma importante demanda estadual, pois o Estado hoje gasta em torno de R$ 2 bilhões/ano com a importação de mais de um bilhão de litros de Etanol de cana-de-açúcar, desperdiçando cerca de R$ 300 bilhões/ano em ICMS e outras taxas.a fumicultura, por exemplo será uma alternativa para a manutenção de cultivos tradicionais. ******************************* Ana Luisa do Nascimento Assessoria de Comunicação deputado Diógenes Basegio (PDT) Assessoria de Comunicação da Bancada do PDT Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul 05132102567 // 05199856557

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