South Africa will host the fifth BRICS Summit from 26 to 27
March 2013 at the Durban International Convention Centre (ICC). This
will complete the first cycle of BRICS summits.
These summits are convened to seek common ground on areas of
importance for these major economies. Talks represent spheres of
political and entrepreneurial coordination, in which member countries
have identified several business opportunities, economic
complementarities and areas of cooperation.
BRICS is an acronym for the powerful grouping of the world’s leading
emerging economies, namely Brazil, Russia, India, China and South
Africa. The first BRIC Summit took place in Yekateringburg, Russia,
where the elected leaders of the four countries formally declared the
membership of the BRIC economic bloc. South Africa joined the bloc in
2010, resulting in BRICS.
The BRICS mechanism aims to achieve peace, security, development and
cooperation. It also seeks to contribute significantly to the
development of humanity and establish a more equitable and fair world.
China: Capitalismo de Estado, Política Industrial e Efeitos para o Brasilinscreva-se
Data:
De: 02/04/2013 Local:
São Paulo (SP)
Escritório da CNI - Rua Surubim, 504 - Brooklin Novo
A
China é hoje a maior potência exportadora e principal origem das
importações brasileiras, o que tem despertado curiosidade para entender
suas políticas e ocasionado desafios importantes ao governo e ao setor
privado brasileiro.
O Seminário China: Capitalismo de Estado,
Política Industrial e Efeitos para o Brasil é resultado de um estudo
encomendado pela CNI junto ao escritório especializado em direito
internacional, King and Spalding, e investiga alguns pontos específicos
da nova política industrial chinesa, os seus instrumentos e impactos
para determinados setores no Brasil.
O estudo é uma das primeiras
iniciativas da CNI para compreender as diretrizes fundamentais e rumos
da política industrial, bem como os mecanismos utilizados pelo governo
central, províncias e municípios para estimular a produção e o
investimentos no país.
O seminário contará com a presença de
especialistas nas áreas de comércio internacional e política industrial,
empresários, membros do governo e acadêmicos, que debaterão, a partir
do estudo, a nova política industrial chinesa, seus efeitos para a
indústria brasileira e para a defesa comercial do País.
A Alemanha é considerada uma das maiores potências econômicas e
tecnológicas da Europa. No comércio com o Brasil, dados de 2012 apontam
que exportações brasileiras para a nação germânica somaram US$ 7 bilhões
e 277 milhões (valor ainda considerável ante a diminuição de 19,5% em
relação ao ano anterior), enquanto as exportações alemãs foram de US$
14,2 bilhões. Para fortalecer essa relação, a Confederação Nacional
da Indústria (CNI) e sua congênere alemã, Bundesverband der Deutchen
Industries (BDI), realizam anualmente o Encontro Econômico Brasil –
Alemanha.
Em 2013, o Encontro será realizado na cidade de São
Paulo, provavelmente em maio. Na ocasião, serão realizados painéis sobre
o diálogo entre o setor público e privado e oportunidades de negócios
entre os dois países. Em workshops, os participantes do Encontro irão
debater sobre inovação e pesquisa, logística, desafios das mega-cidades,
infraestrutura, desafios do setor de energia, agronegócios, inserção
internacional de pequenas e médias empresas, cooperação na área de saúde
e de gerenciamento de "grandes eventos".
O evento englobará,
ainda, o 31º Encontro Empresarial e a 40ª Reunião da Comissão Mista de
Cooperação Econômica Brasil – Alemanha, de cunho governamental.
Documento foi assinado nesta quinta-feira, 14, em Brasília, durante cerimônia de lançamento do Plano Inova Empresa
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a
Confederação Nacional da Indústria (CNI) assinaram nesta quinta-feira,
14, um acordo de cooperação para fomentar projetos de inovação
empresarial no Brasil. O documento foi assinado em Brasília pelo
presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e pelo presidente da CNI, Robson
Braga Andrade, durante a cerimônia de lançamento do Plano Inova Empresa.
O objetivo é multiplicar as iniciativas inovadoras de qualidade
colocadas em prática pelo empresariado nacional e acelerar ao máximo sua
implementação. O acordo prevê que as duas instituições colaborem na
identificação de demandas de inovação empresarial que possam ser
apoiadas pelo BNDES. O Banco e a CNI também ajudarão na formulação de
propostas técnicas para que estas tenham uma melhor qualidade e possam
tramitar com mais agilidade, reduzindo prazos e facilitando o acesso aos
recursos.
Outra ação será o treinamento e capacitação de multiplicadores, que
atuarão nos Núcleos de Inovação ligados às Federações da Indústria ou
associações setoriais e nos Institutos Senai de Tecnologia e de
Inovação. Eles ajudarão a identificar demandas, formular propostas
técnicas e disseminar a política de Inovação do BNDES e seus
instrumentos.
O BNDES participa, junto com outros órgãos de governo, da Mobilização
Empresarial pela Inovação (MEI). O movimento, liderado pela CNI, tem
catalisado os esforços do empresariado brasileiro e sido um importante
veículo de diálogo com o governo para a promoção da inovação.
Postado por: http://www.bndes.gov.br
Participação feminina cresce no meio cooperativista
Dados da OCB mostram que o número de mulheres empregadas no sistema corresponde a 52% dos 296 mil empregados
por
Globo Rural On-line
Programas de capacitação contribuem para a inserção das mulheres na cadeia produtiva (Foto: Shutterstock)
É crescente a participação das mulheres na gestão das cooperativas no país. Dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)
mostram que o número de mulheres empregadas no Sistema OCB corresponde a
52% dos 296 mil empregados. A base de dados é de 2011, mas dá uma ideia
do potencial desse sistema.
Um programa específico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), conhecido como Programa Gênero e Cooperativismo (Coopergênero), atua na inclusão feminina no sistema. A coordenação das ações é feita pelo Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural (Denacoop)
do ministério. Esta inserção se dá por meio da capacitação das mulheres
para atuar na cadeia produtiva e em atividades de sensibilização em
todos os Estados do país, mais o Distrito Federal. São seminários,
palestras e cursos que abordam temas como cidadania, economia e produção
– e promovem gestão e organização cooperativista. Também são dados
treinamentos, o que permite às mulheres rurais a participação em toda a
cadeia produtiva.
O secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC)
do Mapa, Caio Rocha, destacou a importância de estimular a participação
feminina na economia. Segundo ele, “o estímulo cada vez maior às
mulheres e a sua inclusão no sistema é uma meta a ser perseguida”,
afirmou Rocha.
Postado por:http://revistagloborural.globo.com
Opinião do editor do blog luch.
Ao comprimentar as Mulheres pelo seu dia, quero deixar ésta reportagem como sugestão para as cooperativas. Tendo este blog visitantes em muitos paises, quero direcionar ésta sugestão à uma cooperativa espacial, Cootricampo em Campo Novo RS Brasil.
Um Grande Abraço.
Entre em comtato no Skype luisc.heldt
Camex reduz Imposto de Importação para máquinas e equipamentos industriais
28/02/2013
(Brasília, 28 de fevereiro)
– Foram publicadas hoje, no Diário Oficial da União (DOU), duas novas
Resoluções Camex que reduzem temporariamente o Imposto de Importação
para equipamentos e máquinas sem produção no Brasil. As reduções
aprovadas incentivam investimentos de US$ 3,87 bilhões em indústrias, no
país. Ao todo, foram 290 pedidos aprovados, sendo que a Resolução Camex n°16 reduz
para 2%, até 31 de dezembro de 2013, as alíquotas para importação de
284 bens de capital (213 novas concessões, e 71 renovações). Já a Resolução Camex n°15 altera o Imposto de Importação para 2%, até 31 de dezembro de 2014, para 6 bens de informática e telecomunicação.
Os
principais setores contemplados com os ex-tarifários que fazem parte
das duas Resoluções Camex, em relação aos investimentos globais, foram o
naval (44,16%), o de geração de energia (14,79%), o siderúrgico
(10,26%), e o setor de agroindústria (5,25%).
Os
equipamentos com redução de Imposto de Importação serão utilizados em
diferentes projetos como a implantação de um estaleiro na área do
Complexo do Porto do Açú, na cidade de São João da Barra-RJ; a
construção de uma fábrica de moagem de milho com capacidade de 1.500
toneladas por dia, em Castro-PR; a instalação de uma siderúrgica com
capacidade de produção inicial de 600 mil toneladas por ano de aço
laminado para fabricação de vergalhões, em Caucaia-CE; o aumento da
produção de chapas de aço em 500 mil toneladas por ano, em Ipatinga-MG; e
a instalação de uma unidade fabril com capacidade produtiva de 60 mil
toneladas de tubos soldados e 30 mil toneladas de tubos trefilados em
aço carbono, em Salto-SP.
Os equipamentos com
redução tarifária serão importados da Alemanha (17,01%),do Japão
(13,49%),dos Estados Unidos (13,42%),da Finlândia (10,77%), da Itália
(10,59%), da Espanha (8,12%) e da Holanda (6,76%).
O que são ex-tarifários
O
regime de ex-tarifário é um mecanismo de estímulo aos investimentos
produtivos no país por meio da redução temporária do Imposto de
Importação para bens de capital e de informática e telecomunicação, sem
produção nacional. O objetivo é aumentar a inovação tecnológica por
parte de empresas de diferentes segmentos da economia, produzir efeito
multiplicador de emprego e renda, além de desempenhar papel especial no
esforço de adequação e melhoria da infraestrutura nacional. O regime
serve ainda para estimular os investimentos para o abastecimento do
mercado interno de bens de consumo e contribuir para o aumento da
competitividade de bens destinados ao mercado externo.
Cabe
ao Comitê de Análise de Ex-tarifários (Caex), composto por
representantes da Secretaria de Desenvolvimento Produtivo (SDP) do
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), do
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da
Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), a
verificação da inexistência de produção nacional, bem como a análise de
mérito dos pedidos da indústria em vista dos objetivos pretendidos e dos
investimentos envolvidos.
Brasil pode gastar R$ 1,3 bilhão com "bolsa novela", prevê ministro
Ministro Paulo
Bernardo, das Comunicações, explicou estratégias em estudo no governo
para fomentar a adoção da TV Digital no País
Paulo Bernardo falou com jornalistas em Barcelona, durante o MWC
Foto: Marcus Pinto / Terra
Marcus Vinicius PintoDireto de Barcelona
O Brasil pode gastar até R$ 1,3 bilhão com a "bolsa
novela", como vem sendo chamada a manobra para acelerar a adoção da TV
digital no País, calcula o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Em
visita ao Mobile World Congress (MWC) 2013, em Barcelona,
Bernardo admitiu que o governo pretende rever as metas de implantação da
TV Digital no País para acelerar a liberação das frequências hoje
utilizadas pelas televisões, para as operadores de telefonia móvel. Para
isso acontecer, o governo planeja bancar a compra de conversores e até
aparelhos de TV para quem não puder adquirir o seu dentro do novo
padrão.
"Claro que teremos que conversar dentro do governo para
ver o custo disso, que seria destinado a uma faixa restrita da
população", diz o ministro, que estima que cerca de 13 milhões de
famílias possam ser beneficiadas com a medida, já chamada de "bolsa
novela" na imprensa.
Esse número é baseado nos cadastros do Bolsa Família.
Fazendo rápidas contas, Paulo Bernardo estima que o conversor, que
segundo ele, custa em média R$ 100, poderia até cair de preço caso o
governo tenha interesse na compra, mas ainda assim o custo total da
operação seria de R$ 1,3 bilhão.
"Nossa ideia é fazer isso de forma gradativa", diz Bernardo.
Se é interesse do governo desocupar as bandas e precisa ter transmissão e recepção digital, é o governo quem tem que fazer
Paulo Bernardo
ministro das Comunicações
Se por um lado acelera o processo de implantação da TV
Digital, por outro lado o governo pode ampliar o prazo de desligamento
das TVs analógicas, que está previsto para 2016. "(Podemos) antecipar um
pedaço para 2015, e chegar até 2018, mas ainda estamos negociando com a
Casa Civil para que publique um novo decreto com essas datas",
explicou. Paulo Bernardo disse que a compra dos conversores pode ser
feita por leilão ou por outra modalidade que pudesse ser mais rápida e
facilitar o processo. "Isso pela necessidade de desocupar logo a faixa",
completa.
Em princípio, o governo arcaria com os custos e as
operadores não teriam que pagar pela desocupação das bandas usadas pelas
TVs, de acordo com o ministro. "Se é interesse do governo desocupar as
bandas e precisa ter transmissão e recepção digital, é o governo quem
tem que fazer", disse, deixando a discussão aberta na Anatel através de
uma audiência pública em cima da portaria sobre o tema já publicada pelo
Minisério das Comunicações na semana passada.
Apesar do governo já estar prevendo o edital para o
leilão de banda larga na banda de 700 GHZ, hoje utilizadas pelas
televisões analógicas, o ministro disse que a migração ainda não está
totalmente acertada. "Ainda temos que seguir discutindo com as TVs,
garantido que todas elas caibam na reacomodação do sistema e garantimos
que vai caber todo mundo disse”, declara, apesar de saber que existem
problemas como em Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. "Vamos pegar o
mapa Do Brasil, recortar essas áreas e fazer uma definição. o que não
posso é fechar as televisões de Campinas", afirmou, se referindo a um
estudo feito pela Anatel sobre o problema. "Em certos lugares o sinal da
TV Digital é mais fraco que o da análogica e vai precisar de ser
arrumado", finaliza.