segunda-feira, 21 de março de 2016

Produtividade na montagem de máquinas! 5 dicas para melhorar!


Olá Projetista Fabricante de Máquinas,
produtividade
A Murrelektronik é uma empresa alemã e por isso temos muito contato com Fabricantes de Máquina Alemães. Não é coincidência que a Alemanha esteja na vanguarda da Produtividade.
É muito engraçado, mas eles não trabalham depois de seus horários, nas sextas gostam de sair mais cedo, tem férias de 30 dias úteis por ano e mesmo assim são produtivos. Então se você quiser trabalhar menos e garantir mais resultados, leia até o fim.

Produtividade na montagem de máquinas

Todos já sabem da minha preocupação com a produtividade e até já expliquei o que é produtividade neste outro artigo. Agora resolvi escrever essas quatro práticas, baseadas nos fabricantes de máquinas alemães, para ajudar o projetista brasileiro.
A Montagem de máquinas é um processo demorado. Hoje mesmo, visitei um fabricante de máquinas para a indústria alimentícia e ele acabou de ganhar um pedido, levará cinco meses para entregar a máquina (sem contar com o startup). Também visitei um famoso fabricante de máquinas ferramenta na semana passada que está falando das máquinas que ele entregará em abril/2016 (oito meses a partir de hoje).
Se um desses dois fabricantes melhorarem a produtividade da montagem de máquinas em apenas 20%, ganharão mais de um mês na montagem. Essa antecipação da entrega pode significar recebimento antecipado, vantagem competitiva e até redução de custo. Essas melhorias podem ser com processos, usando melhores componentes ou fazendo um projeto melhor. Aqui vou focar no projeto.

Pense na Montagem e no Startup!

Nós projetistas temos a árdua tarefa de pensar no conceito da máquina, nas primeiras escolhas, na especificação dos principais componentes e por criar um documento que possibilite às outras pessoas montarem sua máquina. Podemos dizer que somos os arquitetos da máquina. Mas algumas vezes nos esquecemos de pensar na Montagem, no Startup ou na Manutenção.
Um bom exemplo são os conectores. Quais são os mais fáceis de montar? Injetado nas duas pontas ou para serem parafusados? Injetados com certeza. Mas na hora da correria da especificação, usamos os conectores para serem parafusados em campo. Gasta-se 10 segundos para conectar cada ponta deste cabo e pelo menos 360 segundos para cada ponta do cabo para montar.
Quando especificamos produtos com sinal de status e diagnose (por led ou por rede), facilitamos a vida da pessoa do startup. Mas pensamos: “Ahh, se der algum problema, o cara só precisa desligar esses 30 bornes e testar a continuidade…”.
Se você já tem máquinas, peça feedback de outras pessoas envolvidas. Veja o que o montador acha. Se é sua primeira máquina deste modelo, converse com eles antes e peça sugestões.

Modularize!

Aqui é um ponto muito forte da Alemanha. Tudo deve ser modular. A máquina pode até ser especial, mas a unidade hidráulica é um módulo que se encaixa em outros módulos e até mesmo o software é composto por módulos. O cliente não quer cabeçote móvel? Desabilite o conjunto no software.
Desta forma, é mais fácil montar, testar e transportar os módulos separados e depois juntá-los como se fosse um grande lego.

Foco!

Essa dica é falada em todo treinamento de gerenciamento de tempo, mas não custa relembrar. Faça uma coisa de cada vez. O diferente aqui é que o foco que você precisa se preocupar é o foco dos seus montadores. Como você projeta a máquina que eles montam, você deve organizar o projeto de uma maneira que facilite a sequência de montagem. Por exemplo, circuitos que mudam muito de pagina atrapalham a montagem.   

Padronize tudo!

Essa sim é a maior lição que podemos aprender com os alemães. Quando você for pensar em alguma coisa, não pense no melhor para esta máquina, não pense no melhor para você, no melhor para o seu departamento. Pense no que dará mais lucro para a empresa (normalmente o mais produtivo), o que agrega valor para o seu cliente ou o que é melhor para sua empresa. Faça a unidade hidráulica uma única vez! Talvez você tenha três unidades hidráulicas padronizadas, desta maneira, você terá um processo mais produtivo e um custo menor.
Conheço clientes que padronizaram até o projeto desenhado em Autocad.

Treine, Treine, Treine.

Procure seus principais fornecedores. Peça que eles deem um treinamento para os montadores. Você sempre vai ganhar alguns minutos de produtividade com essa estratégia.
Se você gostou deste post, baixe nosso artigo que apresenta as cinco etapas da criação de uma máquina.

domingo, 20 de março de 2016

Fepagro e Embrapa lançam nova cultivar de batata-doce na Expoagro

Fepagro e Embrapa lançam nova cultivar de batata-doce na Expoagro




  • O evento de lançamento está marcado para 21 de março, às 14h30, no espaço da Fepagro na Expoagro.
    Atividades de melhoramento de batata-doce funcionam desde 1942 na Fepagro Vale do Taquari, com variedades sendo utilizadas pelos agricultores locais há muitas décadas. Em conjunto com a Embrapa, pesquisadores da Fepagrocoletaram amostras dessas variedades utilizadas pelos produtores. No processo de seleção, foi realizada a limpeza clonal e multiplicação dos materiais mais promissores em termos de vigor e produtividade.
    Dos mais de 50 materiais testados a campo, a BRS Fepagro Viola se destacou pela alta produtividade e versatilidade. "É uma cultivar que responde bem a qualquer trato cultural e produz de 60 a 80 toneladas por hectare", detalha o pesquisador da Fepagro Vale do Taquari Zeferino Chielle. Outro diferencial da cultivar, de acordo com Chielle, é a diversidade no tamanho da raiz, que pode ter formatos diferentes e, por isso, diferentes aplicações. "Serve para consumo humano, para produção de biocombustível e até para ração animal, devido a seu alto valor energético", enumera.
    Zeferino ressalta que a massa aérea da planta, produzida em abundância pelaBRS Fepagro Viola e com teor de proteína de 16%, também pode ser aproveitada para alimentação animal e produção de biocombustível.
    Para a produção de biocombustíveis a batata-doce é uma cultura importante. "Sabe-se que uma tonelada de cana-de-açúcar produz 80 litros de etanol, enquanto a mesma quantidade de batata-doce, produz 158 litros. No Brasil, este processo esbarra na baixa produtividade das cultivares e na falta de mecanização das lavouras", informou o pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Luis Antonio Suita de Castro. Segundo ele, as cultivares registradas pela Embrapa e recomendadas à produção, especialmente a BRS Fepagro Viola, obtiveram médias superiores a 3,0 Kg/planta, o que indica produção de 75 t/ha em lavouras corretamente conduzidas.
    Características da Nova Cultivar
    - Alto vigor e grande produtividade;
    - Forma alongada, pele púrpura (vinho);
    - Polpa na cor creme;
    - 35,79% de amido (100 g).
    Serviço
    Lançamento BRS Fepagro Viola
    Data: 21 de março, às 14h30
    Local: Espaço da Fepagro – Expoagro Afubra
    BR 471 - Km 161 - Rincão Del Rey - Rio Pardo, RS
    Entrada gratuita
    Fotos: Luis Suita  

    O Blog luch.Brasil compartilha matéria de Grupo Cultivar


CHAVE DE SELEÇÃO DIGITAL



sábado, 20 de fevereiro de 2016

A Eletrônica no futuro da Indústria

Assim como educação e saúde, a indústria eletrônica é estratégica para o desenvolvimento e independência de qualquer país.
No processo de desindustrialização que está se instalando no Brasil a olhos vistos, preocupa-nos, mais que a geração de empregos (que, atualmente, não é uma preocupação), a capacidade de reverter essa tendência, já que a indústria eletrônica nacional caminha para a extinção.
Alguns setores, como o madeireiro, calçadista, têxtil, entre outros, são retomados de forma mais rápida, visto que, na essência, lidam com produtos sem impacto tecnológico. Porém, a forma e escala em que são produzidos tem sim um valor tecnológico embutido, pois equipamentos eletrônicos e informatizados são cada vez mais utilizados e fazem toda diferença na competição global em que estamos inseridos.
Depois do remédio amargo da abertura do mercado no final dos anos 80, pouco foi feito na intenção de preparar as empresas eletrônicas nacionais da época para a competição internacional. Veja bem, eu disse nacionais. Para as multinacionais, houve todo tipo de incentivo para mantê-las, assim como atrair outras para no Brasil, com o pensamento sempre voltado à geração de empregos, com exigência de pouca ou nenhuma qualificação, em sua grande maioria. Apesar da renúncia fiscal elevada e do efeito positivo em relação a empregos, essas multinacionais não trouxeram nem redução de preços, nem contribuem com o desenvolvimento da indústria eletrônica nacional.
O governo, por desconhecimento ou conveniência, acaba induzindo grande parte da população, que não entende nada de eletrônica, a acreditar que temos tecnologia para produção de tablets, TVs LCD, celulares, computadores etc. Um engano. Todos esses produtos e muitos outros são apenas montados aqui, como numa receita de bolo, não agregando nada de valor tecnológico aos nossos profissionais da área. A isenção ou redução de impostos em alguns produtos eletrônicos através dos PPBs (Processo Produtivo Básico) já não são suficientes para compensar os custos de mão de obra, impostos, energia, logística, escala, ambiental e cambial em relação aos importados e, ainda, algumas empresas começam a trazer seus produtos prontos, abrindo mão do benefício concedido pelos incentivos, tornando real a desindustrialização do setor.
Assim como educação e saúde, a indústria eletrônica é estratégica para o desenvolvimento e independência de qualquer país. Calçados, roupas, móveis, entre outros, seguem a tendência da moda, mas a eletrônica de ontem não é a de hoje e com certeza não será a de amanhã. Os produtos eletrônicos evoluem de forma muito rápida e novos componentes surgem a cada dia. O apoio ao desenvolvimento e produção de novos produtos genuinamente nacionais através do adensamento da cadeia produtiva onde os PPBs contemplem a utilização de componentes e produtos eletrônicos nacionais é fundamental para a sobrevivência do setor e um incentivo à formação de novos engenheiros eletrônicos e projetistas.
A eletrônica, em todas as áreas em que está inserida, deve ser prioridade na política industrial brasileira. Só dessa forma a indústria eletrônica poderá sobreviver e contribuir com o desenvolvimento tecnológico nas demais áreas da indústria e serviços, inclusive educação e saúde.
Carlos Webber, empresário.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Pesquisa comprova uso da batata-doce na geração de álcool


Usina de etanol à base de batata-doce começa a funcionar no Tocantins

A capacidade total da usina é de três mil litros de etanol por dia.
Projeto beneficiará principalmente os pequenos e médios produtores.

Do G1 TO
Usina de etanol à base de batata-doce é implantada após 12 anos de pesquisa na UFT (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Usina de etanol à base de batata-doce
é implantada após 12 anos de pesquisa na UFT
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Após 12 anos de pesquisa e de vários testes, a Universidade Federal do Tocantins (UFT) construiu uma usina de álcool feita a partir do processamento da batata-doce. A inauguração foi na manhã desta segunda-feira (23), em Palmas, e é resultado de um convênio da universidade com a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
O projeto para a implantação da usina nasceu em 1996, através de um projeto de pesquisa elaborado pelo professor Márcio Antônio da Silveira, com um investimento inicial de R$ 20 mil, feito pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Hoje, o projeto conta com um aporte financeiro de R$ 1,2 milhão e envolve em média 44 profissionais, sendo 25 doutores, nove alunos de mestrado e dez acadêmicos de graduação.
A capacidade total da usina é de três mil litros de etanol por dia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)A capacidade total da usina é de três mil litros de
etanol por dia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
O coordenador do projeto, o doutor em biologia Fabiano Souza, explicou que a usina vai funcionar como um laboratório para vários cursos da UFT e como uma vitrine tecnológica para os pequenos e médios produtores rurais. "O projeto foi montado com a intenção de atender justamente os pequenos e médios produtores, visto que os grandes produtores é que são responsáveis por esta rota etílica no país, porém ela é produzida pela cana-de-açúcar e hoje a gente tenta incorporar a batata-doce como matéria-prima para os pequenos e médios produtores".

A capacidade total da usina é de três mil litros de etanol por dia, mas esta não será a única produção. Além do etanol, vão ser produzidos a glucose, álcool em gel e ração animal. "É um programa que não só produz álcool, pode produzir açúcar, farinha, amido, CO2. Para se ter uma ideia dentro da Amazônia não temos uma fábrica de CO2. O CO2 utilizado nas fábricas de refrigerantes, vem de São Paulo", destacou o reitor da UFT Márcio da Silveira.




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Etanol Social

Etanol Social
Conheça uma usina de etanol.


As vantagens da batata doce na produção de etanol


domingo, 25 de outubro de 2015

Flúor pode afetar a pineal e gerar Alzheimer

Flúor pode afetar a pineal e gerar Alzheimer

Estudos científicos têm demonstrado que pacientes portadores de alzheimer possuem a glândula pineal calcificada