quinta-feira, 13 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
Presidenta Dilma Rousseff desembarca em Lisboa
Presidenta Dilma Rousseff desembarca em Lisboa
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sábado, 1 de junho de 2013
Política industrial
Fim do campeonato
Um balanço do desempenho das "campeãs nacionais" incentivadas pelo BNDES nos últimos anos
por Samantha Maia
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publicado
31/05/2013 17:12
A depressão na economia mundial e o aumento da competição pelo mercado
consumidor brasileiro forçaram uma mudança na orientação da política
industrial. Alvo de resistências ideológicas, a aposta na formação de
empresas líderes, as campeãs nacionais, adotada a partir de 2008, tinha o
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social como investidor
direto e articulador das fusões e aquisições. Tal política saiu da
agenda de prioridades do Planalto. O foco agora são empresas inovadoras,
eventualmente de menor porte, mas capazes de concorrer no mercado
nacional.
Apesar de o BNDES seguir disposto a apoiar empresas interessadas em se
internacionalizar, as candidatas minguaram. Mesmo as tais “campeãs”,
entre elas a JBS, a Marfrig, a Fibria, a BRF, a LBR (dona da Parmalat,
Vigor e outras marcas famosas de laticínios) e a Oi, botaram um pé no
freio, seja pelas dificuldades externas, seja pela necessidade de
reduzir o endividamento, após os fortes investimentos na compra de
ativos.
A hora, portanto, é de revisão da estratégia de formação de grandes
grupos com foco internacional. “Trata-se de uma política sujeita às
oportunidades e iniciativas empresariais. É possível que agora seja um
momento mais escasso”, diz Julio Ramundo, diretor do banco estatal.
Consolidado o novo cenário, as expectativas dos formuladores da política
industrial se concentram em setores como a biotecnologia, em que o
atraso nacional é expressivo. O melhor exemplo até aqui: a GranBio,
desenvolvedora de etanol de segunda geração, que vendeu, em janeiro
passado, 15% do capital ao BNDES por 600 milhões de reais. “Seremos os
primeiros a produzir etanol de segunda geração em escala industrial na
América Latina”, diz Manoel Carnaúba, vice-presidente de operações da
empresa.
Ainda sem faturamento, a GranBio constrói uma usina em São Miguel dos
Campos, a 60 quilômetros da capital alagoana, Maceió. Outras que seguem
a aposta tecnológica do banco são a Recepta Biopharma (tratamento de
câncer) e as companhias de software Senior Solution, Linx e Totvs.
O valor investido, via BNDESPar, é significativo, mas pequeno se comparado aos aportes realizados nos setores escolhidos pela Política de Desenvolvimento Produtivo(PDP), de 2008. As seis companhias citadas acima receberam cerca de 13 bilhões de reais em investimento direto do BNDES, sem falar nos empréstimos a juros mais baixos.
O objetivo era reforçar a competitividade e impulsionar as exportações dos setores de carnes e derivados, celulose e papel, laticínios, alimentos congelados, etanol, mineração e siderurgia básica e gás e petróleo.
A JBS (com a compra da Bertin), a Fibria (união da Aracruz com a Votorantim Celulose) e a BRF (fusão entre a Sadia e a Perdigão) de fato viraram líderes mundiais em seus mercados.
A Oi tornou-se a primeira grande empresa nacional na telefonia móvel a partir da fusão com a Telemar, apesar de não ter conseguido levar à frente os planos de internacionalização. O BNDESPar possui 20% de participação direta na JBS, 30% na Fibria, 1,5% na Oi e 13% na Telemar. O banco vendeu suas ações na BRF.
Por que então a reviravolta? Os impactos na economia não foram o esperado. Em 2008, o País tinha 20 mil empresas exportadoras, os manufaturados representavam 47% das exportações. A tendência de consolidação levou o número de exportadoras a cair para 19 mil em 2012, e os manufaturados perderam a primeira posição para os produtos básicos.
O desempenho contribui para a redução do superávit comercial. As vendas ao exterior de produtos com alta e média-alta tecnologia caiu de 26% do total exportado em 2008 para 21% em 2012. É esse quadro que o plano Brasil Maior, lançado em 2011 para substituir a PDP, tenta modificar com mais incentivos à inovação.
“O diagnóstico no lançamento da PDP partia da necessidade de termos grandes empresas para participar das cadeias de exportação. O dinheiro foi dado para setores em que o Brasil já era competitivo, e o crescimento das exportações foi pelas commodities”, diz Mansueto Almeida, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, defensor de uma política industrial capaz de modificar a estrutura produtiva.
Para sustentar os incentivos, os ativos do BNDESPar cresceram de 25 bilhões de reais para 99 bilhões em cinco anos. “O repasse de verbas do Tesouro para bancos públicos foi feito por meio de dívida, com custo fiscal, de 23 bilhões de reais, apenas em 2011. Para ter um retorno baixo com esse tipo de investimento, o desenvolvimento social deveria ter sido maior”, avalia Mansueto.
O economista David Kupfer, assessor da presidência do BNDES, defende que os setores focados pela PDP tinham necessidades particulares. “No caso da celulose, o objetivo era criar canais de comercialização.
A maior empresa brasileira na produção de celulose era a trigésima do mundo. No setor de carne, era preciso organizar a cadeia agropecuária para combater problemas de baixa qualidade e certificação”, justifica.
A estratégia, contudo, esbarrou na conjuntura internacional de crise. A dificuldade para reduzir o endividamento causado pelas aquisições é um dos maiores desafios. Nessa perspectiva, a Marfrig, a Fibria e a LBR estão em situação mais complicada.
Segunda maior empresa de carnes do País, a Marfrig registrou prejuízo operacional em 2011 e 2012. No primeiro trimestre de 2013, novo resultado ruim, de 81 milhões de reais. Recentemente foi apresentado um plano de recuperação que prevê a venda de ativos e um rearranjo produtivo.
O objetivo é economizar 250 milhões de reais e reduzir o endividamento em 2 bilhões. Com participação do BNDESPar de 19,63%, há o risco de o prejuízo ser socializado.
A LBR protocolou há uma semana um plano de recuperação judicial para reduzir sua dívida de 1 bilhão de reais, com a previsão de venda de 75 milhões em ativos ociosos e quitação do principal a partir de 2021.
O plano causou uma baixa contábil de 658 milhões de reais para o BNDESPar, detentor de 30% da empresa. Resultado da fusão da Bom Gosto e da Leitebom, em 2010, a companhia tem perdido valor de mercado e volta sua atuação para o leite UHT, de margens baixas.
A Fibria enfrenta problemas resultantes da valorização do dólar, ao qual é atrelada a sua dívida de 7,7 bilhões de reais. Nos últimos dois trimestres, ela conseguiu, porém, obter resultados positivos. Vendeu ações para reduzir o prejuízo. Os seus diretores confiam em uma elevação da geração de caixa neste ano.
Uma subida abrupta na cotação do dólar, contudo, poderá ser fatal.
O endividamento da JBS e da Oi preocupa os investidores.
O frigorífico registrou prejuízo entre 2009 e 2011, mas não interrompeu as aquisições. No primeiro trimestre deste ano, as contas voltaram a fechar no azul: lucro de 228 milhões.
No caso da Oi, a alavancagem superou o patamar máximo estipulado para pagar dividendos. A companhia busca se livrar de ativos estratégicos para controlar o endividamento e realizar os investimentos exigidos pela Anatel, depois de descumprir metas de qualidade na prestação dos serviços.
O resultado ruim de várias dessas empresas contribuiu para a queda de 93% dos lucros do BNDESPar, de 4,3 bilhões de reais em 2011 para 298 milhões, no ano passado. Segundo Ramundo, o momento não preocupa. “Pegar períodos curtos não traz análises consistentes.
O objetivo do banco não é o lucro na renda variável, e sim o desenvolvimento das empresas.”
A “campeã nacional” em melhor situação não pertence mais à carteira do BNDESPar. A BRF precisou passar por um processo de desconcentração após o Cade aprovar a fusão em 2011. Os resultados têm sido positivos. É hoje a sétima do setor de alimentos no mundo e começou em 2012 a investir em ativos no exterior.
Publicado Por: http://www.cartacapital.com.br
O valor investido, via BNDESPar, é significativo, mas pequeno se comparado aos aportes realizados nos setores escolhidos pela Política de Desenvolvimento Produtivo(PDP), de 2008. As seis companhias citadas acima receberam cerca de 13 bilhões de reais em investimento direto do BNDES, sem falar nos empréstimos a juros mais baixos.
O objetivo era reforçar a competitividade e impulsionar as exportações dos setores de carnes e derivados, celulose e papel, laticínios, alimentos congelados, etanol, mineração e siderurgia básica e gás e petróleo.
A JBS (com a compra da Bertin), a Fibria (união da Aracruz com a Votorantim Celulose) e a BRF (fusão entre a Sadia e a Perdigão) de fato viraram líderes mundiais em seus mercados.
A Oi tornou-se a primeira grande empresa nacional na telefonia móvel a partir da fusão com a Telemar, apesar de não ter conseguido levar à frente os planos de internacionalização. O BNDESPar possui 20% de participação direta na JBS, 30% na Fibria, 1,5% na Oi e 13% na Telemar. O banco vendeu suas ações na BRF.
Por que então a reviravolta? Os impactos na economia não foram o esperado. Em 2008, o País tinha 20 mil empresas exportadoras, os manufaturados representavam 47% das exportações. A tendência de consolidação levou o número de exportadoras a cair para 19 mil em 2012, e os manufaturados perderam a primeira posição para os produtos básicos.
O desempenho contribui para a redução do superávit comercial. As vendas ao exterior de produtos com alta e média-alta tecnologia caiu de 26% do total exportado em 2008 para 21% em 2012. É esse quadro que o plano Brasil Maior, lançado em 2011 para substituir a PDP, tenta modificar com mais incentivos à inovação.
“O diagnóstico no lançamento da PDP partia da necessidade de termos grandes empresas para participar das cadeias de exportação. O dinheiro foi dado para setores em que o Brasil já era competitivo, e o crescimento das exportações foi pelas commodities”, diz Mansueto Almeida, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, defensor de uma política industrial capaz de modificar a estrutura produtiva.
Para sustentar os incentivos, os ativos do BNDESPar cresceram de 25 bilhões de reais para 99 bilhões em cinco anos. “O repasse de verbas do Tesouro para bancos públicos foi feito por meio de dívida, com custo fiscal, de 23 bilhões de reais, apenas em 2011. Para ter um retorno baixo com esse tipo de investimento, o desenvolvimento social deveria ter sido maior”, avalia Mansueto.
O economista David Kupfer, assessor da presidência do BNDES, defende que os setores focados pela PDP tinham necessidades particulares. “No caso da celulose, o objetivo era criar canais de comercialização.
A maior empresa brasileira na produção de celulose era a trigésima do mundo. No setor de carne, era preciso organizar a cadeia agropecuária para combater problemas de baixa qualidade e certificação”, justifica.
A estratégia, contudo, esbarrou na conjuntura internacional de crise. A dificuldade para reduzir o endividamento causado pelas aquisições é um dos maiores desafios. Nessa perspectiva, a Marfrig, a Fibria e a LBR estão em situação mais complicada.
Segunda maior empresa de carnes do País, a Marfrig registrou prejuízo operacional em 2011 e 2012. No primeiro trimestre de 2013, novo resultado ruim, de 81 milhões de reais. Recentemente foi apresentado um plano de recuperação que prevê a venda de ativos e um rearranjo produtivo.
O objetivo é economizar 250 milhões de reais e reduzir o endividamento em 2 bilhões. Com participação do BNDESPar de 19,63%, há o risco de o prejuízo ser socializado.
A LBR protocolou há uma semana um plano de recuperação judicial para reduzir sua dívida de 1 bilhão de reais, com a previsão de venda de 75 milhões em ativos ociosos e quitação do principal a partir de 2021.
O plano causou uma baixa contábil de 658 milhões de reais para o BNDESPar, detentor de 30% da empresa. Resultado da fusão da Bom Gosto e da Leitebom, em 2010, a companhia tem perdido valor de mercado e volta sua atuação para o leite UHT, de margens baixas.
A Fibria enfrenta problemas resultantes da valorização do dólar, ao qual é atrelada a sua dívida de 7,7 bilhões de reais. Nos últimos dois trimestres, ela conseguiu, porém, obter resultados positivos. Vendeu ações para reduzir o prejuízo. Os seus diretores confiam em uma elevação da geração de caixa neste ano.
Uma subida abrupta na cotação do dólar, contudo, poderá ser fatal.
O endividamento da JBS e da Oi preocupa os investidores.
O frigorífico registrou prejuízo entre 2009 e 2011, mas não interrompeu as aquisições. No primeiro trimestre deste ano, as contas voltaram a fechar no azul: lucro de 228 milhões.
No caso da Oi, a alavancagem superou o patamar máximo estipulado para pagar dividendos. A companhia busca se livrar de ativos estratégicos para controlar o endividamento e realizar os investimentos exigidos pela Anatel, depois de descumprir metas de qualidade na prestação dos serviços.
O resultado ruim de várias dessas empresas contribuiu para a queda de 93% dos lucros do BNDESPar, de 4,3 bilhões de reais em 2011 para 298 milhões, no ano passado. Segundo Ramundo, o momento não preocupa. “Pegar períodos curtos não traz análises consistentes.
O objetivo do banco não é o lucro na renda variável, e sim o desenvolvimento das empresas.”
A “campeã nacional” em melhor situação não pertence mais à carteira do BNDESPar. A BRF precisou passar por um processo de desconcentração após o Cade aprovar a fusão em 2011. Os resultados têm sido positivos. É hoje a sétima do setor de alimentos no mundo e começou em 2012 a investir em ativos no exterior.
Publicado Por: http://www.cartacapital.com.br
sábado, 25 de maio de 2013
Automação... Veja este robô em funcionamento!
Amigos Navegante, logo a baixo temos um vídeo deste robô em atividade.

Na área de automação (aplicações para robôs e transportadores de retorno), LIGMATECH considera-se como um fornecedor de sistema em um sentido mais amplo. Estas aplicações geralmente complementam outras máquinas principais formando assim uma célula mais eficiente.
LIGMATECH é um especialista para aplicações de robôs na indústria Moveleira. Isso é comprovado por mais de 170 aplicações realizadas!
A operação simples, com nosso poderoso software permite a parametrização dos robôs.
Dessa forma, atender nosso objetivo de obter um máximo de flexibilidade também para necessidades futuras.
Todos os parâmetros são inseridos através das superfícies de controle conhecidos.
Interfaces definidas dentro do grupo HOMAG permitir uma integração simples nas mais diferentes linhas.
O desenvolvimento e produção das ferramentas de aperto no robot (vigas de vácuo, garras de pacotes, aparelhos de medição, ...) é realizada por LIGMATECH de acordo com a demanda.
É importante salientar que oferecemos um extenso programa de treinamento para as aplicações robô para nossos clientes.
Click aqui para ver um vídeo.
Automação
Na área de automação (aplicações para robôs e transportadores de retorno), LIGMATECH considera-se como um fornecedor de sistema em um sentido mais amplo. Estas aplicações geralmente complementam outras máquinas principais formando assim uma célula mais eficiente.
LIGMATECH é um especialista para aplicações de robôs na indústria Moveleira. Isso é comprovado por mais de 170 aplicações realizadas!
A operação simples, com nosso poderoso software permite a parametrização dos robôs.
Dessa forma, atender nosso objetivo de obter um máximo de flexibilidade também para necessidades futuras.
Todos os parâmetros são inseridos através das superfícies de controle conhecidos.
Interfaces definidas dentro do grupo HOMAG permitir uma integração simples nas mais diferentes linhas.
O desenvolvimento e produção das ferramentas de aperto no robot (vigas de vácuo, garras de pacotes, aparelhos de medição, ...) é realizada por LIGMATECH de acordo com a demanda.
É importante salientar que oferecemos um extenso programa de treinamento para as aplicações robô para nossos clientes.
Click aqui para ver um vídeo.
Robot- and Return systems from Ligmatech - and EVERYTHING is very EASY.
In
the field of automation (robot applications and return conveyors),
LIGMATECH regards itself as a system supplier in a wider sense. These
applications usually complement other core machines and complete them –
up to a manless cell.
LIGMATECH is a specialist for robot applications in the wood industry. This is proven by more than 170 realized applications!
The simple operation with our mighty software permits the parameterization of the robots and thus replaces a large-scale teach-in process.
This way, our solutions obtain a maximum flexibility also for future requirements, for example new stack-formation patterns.
All parameters are entered via the known control surfaces.
Defined interfaces within the HOMAG Group permit a simple integration into the most different lines.
The development and production of the gripping tools at the robot (vacuum crossbeams, package grippers, measuring devices, ...) is performed by LIGMATECH according to the demand.
And it goes without saying that we offer an extensive training program for the robot applications to our customers, too.
LIGMATECH is a specialist for robot applications in the wood industry. This is proven by more than 170 realized applications!
The simple operation with our mighty software permits the parameterization of the robots and thus replaces a large-scale teach-in process.
This way, our solutions obtain a maximum flexibility also for future requirements, for example new stack-formation patterns.
All parameters are entered via the known control surfaces.
Defined interfaces within the HOMAG Group permit a simple integration into the most different lines.
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And it goes without saying that we offer an extensive training program for the robot applications to our customers, too.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Simulação de Automação para a Industria Moveleira
O blog luch. mostra a partir desta postagem as tecnologias de uma das maiores fabricante de máquinas para automação a HOMAG. (Não perca você vai gostar)
HOMAG South América
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Fundada
em 1960, a HOMAG se tornou líder na indústria de madeira e móveis.
Através de aquisições e da sua atuação no mercado internacional, hoje a
HOMAG oferece uma enorme gama de máquinas, softwares, serviços e,
até, soluções completas para linhas de produção. Ao longo dessa
trajetória, construiu mais de 20 empresas e 16 fábricas, além de
conquistar mais de 800 patentes.
No Brasil, chegou em 1976, quando foi fundada
no Rio de Janeiro a então HOMAG do Brasil, hoje HOMAG Machinery São
Paulo, fabricante de coladeiras e seccionadoras para o mercado interno.
E, em 2002, foi fundada a HOMAG South América, responsável por
comercializar todos os produtos do Grupo HOMAG, não só no Brasil, mas
como em toda a América Latina.
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| Tecnologia de simulação do HOMAG Group | |||
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O HOMAG Group desenvolveu um kit de módulo simulador, que permite a modelagem em alta velocidade, até mesmo, do mais complexo sistema de produção com ótimos custos. Os modelos de simulação podem ser carregados com dados reais de produção e oferecer estimativas confiáveis com relação a produtividade e capacidade funcional de um sistema de produção. |
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| Tecnologia de simulação na fase de planejamento | Decisão e otimização do planejamento | ||||
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O modelo de simulação permite a análise de um sistema de produção na fase de seu planejamento sob reais condições. O benefício:
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Os
sistemas de produção podem ser diversificados e otimizados através de
simulações experimentais. Por exemplo: os tamanhos do buffer podem ser
trocados e o subseqüente impacto resultante no sistema como um todo pode
ser, então, verificado. O benefício:
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| Tecnologia de simulação na fase de operação | Demais áreas de aplicação | ||||
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O beneficio dos modelos de simulação na fase de operação de um sistema de produção:
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terça-feira, 21 de maio de 2013
“Zumbi-dos-Palmares” e + (Virada Cultural?),Vergonha Cultural,Overdose Cultural,Arastão Cultural...
http://blog.planalto.gov.br/dilma-entrega-navio-petroleiro-zumbi-dos-palmares-em-pernambuco/
Dilma entrega navio petroleiro, em Pernambuco
Virada Ofuscou!
Promef e a indústria naval brasileira
O Promef, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), encomendou 49 embarcações a estaleiros nacionais, garantindo as bases para o ressurgimento da indústria naval brasileira. O programa também possibilitou a abertura de novos estaleiros e a modernização dos já existentes, criando oportunidades de trabalho para milhares de brasileiros e um novo polo naval no Nordeste.
Criado em 2004, o Promef segue três premissas: construir navios no Brasil, ter índice de no mínimo 65% de conteúdo nacional e atingir competitividade internacional. Com cerca de R$ 11 bilhões em investimentos, três novos estaleiros foram viabilizados devido às encomendas do Promef, que já capacitou mais de seis mil trabalhadores, apenas em Pernambuco, e gerou 54 mil empregos.
Postado Por: http://blog.planalto.gov.br
Virada Cultoral?????
Médicos colocaram em risco pacientes Doentes. Para atender Bêbados e drogados que causaram tumulto em Hospital.
"Overdose cultural"
"E aí vai encara??????????????"
Edição do dia 20/05/2013
20/05/2013 08h15
- Atualizado em
20/05/2013 08h15
Virada Cultural em São Paulo tem confusão, duas mortes e 28 presos
A polícia admitiu que houve arrastões de madrugada. Um rapaz foi morto com um tiro no rosto porque tentou recuperar o celular que o ladrão levou.
Publicado Por:http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/virada-cultural-em-sao-paulo-tem-confusao-duas-mortes-e-28-presos.html
Edição 2013 da Virada Cultural foi mais violenta
As polícias de São Paulo confirmaram dois casos de morte na Virada Cultural 2013, na madrugada de ontem. Um rapaz de 19 anos foi vítima de latrocínio e outro, Jonatan Nascimento, 21, morreu de overdose. Diversos pontos registraram roubos e arrastões violentos. A PM prendeu 28 pessoas e registrou 17 flagrantes. No show de Daniela Mercury, o senador Eduardo Suplicy (PT) teve a carteira e o celular furtados. Após apelo, recebeu os documentos de volta.
Postado Por: Geral
sábado, 18 de maio de 2013
Feira Internacional de Máquinas, Matérias-Primas e Acessórios para a Indústria Moveleira - FIMMA Brasil -
Conheça a Cidade
http://www.fimma.com.br/imagens/bento.jpg
Bento Gonçalves, a cidade que abriga a FIMMA Brasil, além de ser o maior pólo produtor moveleiro do país, caracteriza-se por sua vocação turística. Roteiro obrigatório na Serra gaúcha, o município oferece paisagens de natureza exuberante, aconchego e conforto nas vinícolas e hotéis de grande estilo, além de inúmeras opções de lazer durante o dia e à noite.O clima subtropical apresenta temperaturas que variam de -3ºC no inverno à 36ºC no verão. Nos anos ímpares realiza-se a Fenavinho, festa que exalta os atrativos e as tradições do povo caracterizado pela imigração italiana, principalmente. A agenda de feiras conta com outros expoentes como Movelsul, Casa Brasil, ExpoBento, entre outras
http://www.fimma.com.br/fotos/bento/gd_centro.jpg
http://www.fimma.com.br/fotos/bento/gd_salton.jpg
http://www.fimma.com.br/fotos/bento/gd_portico.jpg
A FIMMA
Bem vindo a quinta maior feira mundial para a cadeia produtiva da madeira e móveis. A Feira Internacional de Máquinas, Matérias-Primas e Acessórios para a Indústria Moveleira - FIMMA Brasil - apresenta o que há de mais moderno para o setor. A cada dois anos, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, toda a cadeia produtiva se reúne para conhecer as novidades e fazer negócios em uma das seis maiores feiras do mundo no segmento.
Ao chegar a 11ª edição – com mais de vinte anos de história –, a FIMMA Brasil consolida-se como a única feira realizada pelo setor moveleiro e para o próprio segmento. Esse diferencial garante um evento comprometido com as reais necessidades da cadeia produtiva de madeira e móveis do Brasil e do exterior. Além de expor a vanguarda dos insumos e equipamentos para o meio moveleiro, a FIMMA Brasil conta com projetos que são realizados paralelamente à feira, aproximando ainda mais quem vende de quem compra. Conheça-os aqui.
O QUE ENCONTRAR
No Parque de Eventos de Bento Gonçalves, onde ocorre a feira, são apontados os caminhos para as empresas adquirirem novos expoentes de competitividade e lançadas as tendências para o mercado em diferentes áreas. Desde os mais simples acessórios até grandes maquinários, a FIMMA Brasil reúne expositores de diversos lugares do mundo. Tecnologia de ponta que traz desenvolvimento para o parque fabril das empresas e para toda a cadeia produtiva de madeira e móveis. O encontro apresenta as tendências que vão orientar o trabalho das empresas nos próximos anos. Entre elas, encontram-se formatos, texturas, acabamentos e uma série de novidades que, de certa forma, revolucionam o setor moveleiro e muitos outros itens e serviços que levam mais personalidade e funcionalidade para o mercado.
FOCO E DIVERSIDADE
A combinação entre segmentação e diversidade de expositores da FIMMA está entre as características que ajudaram a construir a posição de referência atualmente ocupada pela feira. Na edição realizada em 2011, por exemplo, 33% dos expositores eram de máquinas e equipamentos para a fabricação de móveis; 23% de matérias-primas; 21%, acessórios e ferramentas; 14% foram fornecedores de componentes para o setor moveleiro; e 9% lançaram na feira softwares, hardwares, eletrônicos e serviços.
Além de expor a vanguarda dos insumos e equipamentos para o meio moveleiro, a FIMMA Brasil conta com projetos que são realizados paralelamente à feira, aproximando ainda mais quem vende de quem compra.
Confira os países participantes da FIMMA Brasil 2013
A relação de países participantes na FIMMA Brasil 2013 aponta a presença de 39 estados federativos mais o Brasil. Do nosso País, inclusive, visitantes de todos os estados estiveram na FIMMA. Confira a lista dos países que marcaram presença na maior Feira Internacional de Máquinas, Matérias-Primas e Acessórios para a Indústria Moveleira da América Latina:Alemanha
Argentina
Austrália
Áustria
Bélgica
Bolívia
Botswana
Brasil
Canadá
Chile
China
Colômbia
Costa Rica
Equador
Espanha
Estados Unidos
Finlândia
França
Gana
Guatemala
India
Inglaterra
Itália
Luxemburgo
México
Nigéria
Paraguai
Peru
Polônia
Portugal
República Tcheca
Senegal
Suécia
Suíça
Taiwan
Turquia
Ucrânia
Uruguai
Venezuela e
Vietnã
Postado Por: http://www.fimma.com.br
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